Petiscos para cães: quanto oferecer por dia sem comprometer a saúde?

Por Neto Martini  •  0 comentários  •   Leitura de 4 minutos

Petiscos para cães: quanto oferecer por dia sem comprometer a saúde?

Quem convive com cães sabe bem: basta abrir um pacote de petisco para ver o rabo abanar, os olhos brilharem e aquela expressão irresistível de felicidade tomar conta do rosto do animal. Esse momento de troca é um dos grandes prazeres da convivência entre tutores e pets. No entanto, como tudo que envolve alimentação, é preciso equilíbrio. Afinal, a pergunta que muitos se fazem é: qual é a quantidade ideal de petiscos que posso oferecer ao meu cão todos os dias?

Dar petiscos é um gesto de carinho, mas também pode ser uma estratégia de educação, socialização e até de enriquecimento ambiental. Quando oferecidos da forma correta, eles trazem benefícios reais para o bem-estar do pet. O problema surge quando a oferta é exagerada ou quando se escolhe produtos de baixa qualidade. Aí, aquilo que deveria ser um mimo pode se transformar em risco à saúde.

Por que os petiscos são importantes na rotina?

Os petiscos cumprem funções que vão além do simples agrado. Durante o adestramento, por exemplo, eles são usados como reforço positivo, ajudando o cão a associar comportamentos corretos a algo prazeroso. Um simples “senta” pode se transformar em aprendizado sólido quando recompensado com um pedacinho saboroso.

Na socialização, também têm papel fundamental. Para cães que enfrentam situações novas, como visitas ao veterinário, passeios em locais movimentados ou encontros com outros animais, receber um petisco ajuda a reduzir a ansiedade e reforçar boas experiências.

Outra utilidade é na administração de medicamentos: muitos tutores recorrem a petiscos macios e palatáveis para camuflar comprimidos, facilitando o processo e evitando estresse. Além disso, petiscos naturais e mastigáveis são ótimos aliados no enriquecimento ambiental, já que mantêm o cão entretido, aliviam o tédio e estimulam a mastigação, algo instintivo e necessário.

Ou seja: quando usados com consciência, os petiscos são muito mais que um mimo. Eles fazem parte de uma rotina saudável.

Existe uma regra sobre a quantidade?

Não há uma fórmula única que sirva para todos os cães, mas sim diretrizes gerais que devem ser adaptadas a cada caso. A mais importante delas é a recomendação de especialistas: os petiscos não devem ultrapassar 10% da ingestão calórica diária do animal.

Isso significa que um cão de 10 kg, que precisa de cerca de 600 calorias por dia, deve receber no máximo 60 calorias em petiscos. Já um cão de 25 kg, com gasto energético maior, pode receber algo em torno de 120 calorias.

Esse cálculo leva em conta três fatores:

  • Porte e peso: cães menores têm necessidades calóricas menores.

  • Tipo de alimentação principal: ração, alimentação natural ou combinação das duas.

  • Nível de atividade física: cães ativos podem receber mais petiscos do que os sedentários.

Essa orientação não é restritiva, mas preventiva. O excesso, mesmo que pareça inofensivo, pode trazer consequências sérias ao longo do tempo, como sobrepeso, alterações gastrointestinais e até doenças metabólicas.

Petiscão: carinho com consciência

É aí que entra a importância de escolher produtos de qualidade. A Petiscão entende que petisco é muito mais do que sabor: é saúde, afeto e parte da rotina de milhares de cães brasileiros. Há mais de 25 anos no mercado, a marca desenvolve opções variadas que unem textura, segurança e alto valor nutritivo.

Bifinhos Petiscão: clássicos, macios, fáceis de dividir em pedaços menores e disponíveis em sabores como carne, frango, bacon e frutas. São perfeitos para treinos, já que um único bifinho pode render várias recompensas.

Linha Petiscão Naturais: mastigáveis como casco bovino, fêmur, costelinha defumada e osso tubinho. Além de saborosos, contribuem para a saúde bucal e oferecem mastigação prolongada, reduzindo o estresse.

Cãolágeno Petiscão: palitos funcionais com colágeno, que além de agradar o paladar, cuidam da pele, da pelagem e das articulações. Disponíveis em embalagens práticas de 100g e 200g.

Todos os produtos seguem padrões de qualidade que garantem segurança alimentar, digestibilidade e alta palatabilidade. Assim, o tutor pode recompensar o cão sem abrir mão da saúde.

Dicas práticas para equilibrar o uso de petiscos

  • Fracionar é a chave: em vez de dar um bifinho inteiro, divida-o em pequenos pedaços. Assim, você prolonga o momento de recompensa sem ultrapassar o limite calórico.

  • Associe a momentos específicos: use petiscos em treinos, socializações ou para aliviar situações de estresse. Evite oferecer o tempo todo sem propósito.

  • Varie os tipos: intercale petiscos macios, como bifinhos, com mastigáveis naturais, que estimulam a mastigação e cuidam dos dentes.

  • Observe o comportamento: se notar mudanças no apetite, no peso ou nas fezes, reduza a quantidade e converse com o veterinário.

  • Evite comida humana: restos de pão, queijo, doces e outros alimentos comuns podem ser prejudiciais, e até tóxicos, para cães.

Muitos tutores acreditam que oferecer “só mais um petisquinho” não faz diferença. Mas, somados ao longo do dia, esses agrados podem significar um aumento significativo de calorias. O resultado mais comum é o sobrepeso, que abre caminho para doenças articulares, cardiovasculares e metabólicas. Além disso, cães que recebem petiscos em excesso podem perder o interesse pela refeição principal, desequilibrando a dieta.

Por isso, equilíbrio deve ser a palavra de ordem. Mais importante do que a quantidade de petiscos é a qualidade do vínculo que eles representam.

Dar petiscos é, sim, um gesto de amor, mas também uma decisão que envolve responsabilidade. Quando usados na medida certa, eles ajudam no adestramento, fortalecem a socialização, contribuem para a saúde bucal e tornam a rotina mais feliz.

Com os bifinhos, mastigáveis naturais e palitos funcionais da Petiscão, você pode agradar seu cão todos os dias de forma consciente, equilibrada e segura. Afinal, carinho também tem gosto, e quando vem em forma de Petiscão, o sabor é de afeto verdadeiro.

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